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A Corpbusiness promove em São Paulo/SP, no dia 13 de maio de 2009, o II Mobile 2.0 - Conecte-se. Trata-se da segunda edição do evento, que é destinada aos profissionais que atuam nas operadoras; desenvolvedores; integradores/agregadores de conteúdos; agências de publicidades/mobile marketing; provedor de conteúdo e fabricante, além dos interessados em questões relacionadas às novas mídias digitais.
O evento será o encontro dos principais players do mercado móvel, para você ter uma idéia, entre as empresas palestrantes estão: Nielsen, Nokia Siemens, Ericsson, Microsoft, Nokia, Samsung, F.Biz, Anatel, Qualcomm, Oi, Okto, TagShop, E-Life, Accenture, CTO, Telenav, HTC e LegalTech. O evento conta com os patrocínios da Okto e HTC. E com o apoio da AMMB, IAB, Jornalistas da Web, Meio Digital, MMA, Mobile Pedia, São Paulo Turismo e Hands.
O principal objetivo é discutir o mercado de SVAs no Brasil e as novas tecnologias - Bluetooth, Wimax, 3G, LTE, Femtocell, Mobile Marketing, dentre outras, suas aplicações e tendências, como os impactos dessa nova realidade nos negócios. A agenda contará com uma série de palestrantes de renome, que ocupam cargos estratégicos em relevantes empresas do setor. Além das informações obtidas na palestra, é uma excelente oportunidade para a troca de experiências e realizações de networking. Entender o potencial de todos estes canais é essencial para a melhor composição possível de um mix de comunicação.
Vale lembrar que as tecnologias móveis serão as principais tendências do mercado para 2009. Atualmente, mais de três milhões de pessoas já usam a rede 3G na América Latina, sendo 57% deste montante, brasileiros, contudo, os aparelhos foram obrigados se convergir.
Para obter outras informações: (11) 3661-2785 ou acesse - http://www.corpbusiness.com.br/index.asp.
Sobre a Corpbusiness
A Corpbusiness é uma empresa que atua em duas verticais, sendo, Eventos e Comunicação. A empresa atua com o público corporativo do setor de TI e Telecom, realizando durante o ano dez (10) encontros de negócios, movimentando informações e diversos networkings com os principais players do setor.
Entre, interaja, aprenda e faça a Comunicação Empresarial acontecer.
Casos, eventos, dicas, ponto de vista e tudo mais você encontra aqui. / Cases, events, hints, point of view and everything else you can see here.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
ABERJE lança dia 21 o segundo número da Revista MSG
A ABERJE lança, em parceria com a Lazuli Editora, o segundo número da revista MSG de Comunicação e Cultura, a partir das 19h do dia 21 de maio de 2009 na Livraria da Vila (Alameda Lorena, 1731 – Jardins) em São Paulo/SP. A edição trata do impacto da comunicação digital nas corporações, sobretudo nos tempos de “Eu, Mídia”. Na ocasião, vai haver um debate com dois articulistas da publicação, professora e escritora Lucia Santaela e o filósofo Oswaldo Giacóia Jr.

O diretor-geral da entidade, Paulo Nassar, e o diretor da Lazuli, Miguel de Almeida, assinam o editorial onde assinalam: “as matérias desta edição mostram a comunicação diante não apenas das novidades tecnológicas, com seus reflexos na operação empresarial e institucional, como seu corolário frente ao tempo biológico dos seres humanos”. Para eles, cada pessoa tornou-se, ela própria, uma espécie de veículo de comunicação com sua lista de e-mails, lista de telefones, uso de torpedos, com blogs, exercendo papel de protagonista da mídia. A propósito da abordagem, a editoria Diretório Cultural traz rápidas e interessantes entrevistas com diversos responsáveis pela comunicação de empresas e órgãos, tratando exatamente da inserção da tecnologia na mediação das mensagens: com os casos da TV Minuto do Metrô de São Paulo, a BusTV nos ônibus da capital paulista, a revista eletrônica Terra Magazine e a versão on-line da Revista Veja. O jornalista Caio Tulio Costa analisa ainda a realidade da internet móvel.
Na era da midialização do indivíduo, o conteúdo da capa é desenvolvido por especialistas convidados, tratando deste fenômeno que transforma as noções humanas de tempo, privacidade e lugar. Para a professora da PUC/SP e pesquisadora Lucia Santaella – que participa do debate no lançamento, poucos são aqueles que ainda duvidam que estamos no meio de uma revolução nas mídias e de modificações profundas nas formas de produção, distribuição e comunicação mediadas por computador. No texto “Network Society: da esfera pública para a conectividade”, o professor da ECA/USP e coordenador do Centro de Pesquisa da Opinião Pública em Contextos Digitais/Cepop-ATOPOS, Massimo Di Felice, cita o filósofo Perniola para dizer que a mudança não alcança apenas os conteúdos, mas as próprias condições da experiência – “no âmbito do sentir a mudar não foi apenas o objeto, mas o modo, a qualidade, a forma da sensibilidade e da afetividade”. Paulo Nassar também deixa sua contribuição, analisando que a grande comunicação de governo é a propaganda aliada às redes digitais. Ele usa a preparação e o recente rito de posse do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para embasar sua tese. A historiadora Eliete Pereira, doutoranda na ECA/USP, diz que “a internet promoveu a abertura de horizontes, contrariando o pensamento de uma grande maioria interessada em nos manter amordaçados, trouxe-nos novos significados, sem que isso implique no abandono das nossas tradições, no texto intitulado “(Re)elaborações étnicas indígenas digitais”.
No cyberespaço, o tempo se tornou outro. Para analisar esta ponderação, foram chamados o poeta Cláudio Willer, que fala sobre o quanto produz mais depois da internet; o professor de Filosofia da USP Franklin Leopoldo e Silva, ponderando que uma das grandes confusões que se observa na avaliação das tecnologias da informação atualmente disponíveis provenha da própria definição do que seja informação; o professor de Filosofia da Unicamp Oswaldo Giacóia Júnior, que se debruça sobre os paradoxos dos “tempos modernos” para dar parecer sobre a atual concepção de presente; o também professor de Filosofia da USP Renato Janine Ribeiro que indaga “por que não aceitamos o tempo livre?”. Também deram suas impressões o arquiteto e mestre em Filosofia Sérgio Bolliger sobre a compulsão à curta duração dos fatos na rede, e a pós-doutora em Ciências Sociais pela PUC/SP e coordenadora do mestrado em Comunicação e Práticas de Consumo da ESPM/SP, com o artigo sobre memória, lembrança e esquecimento na espiral midiática. “A sensação de overdose de informações é inevitável, levando-nos várias vezes a refletir sobre se, de fato, nessa lógica de ansiedade e excesso, estamos realmente envolvidos em processos de comunicação”, provoca ela. O cineasta Kiko Goifman assina o texto “Tempo e Imagens”, e no mesmo tema Max Alvim, documentarista, consultor de comunicação e membro do Laboratório de Inteligência Coletiva (LinC – www.linc.org.br), diz que, apesar da palavra de ordem do momento ser mobilidade – referência à potência de ser e mover-se – nos sentimos prisioneiros de nós mesmos e de um tempo acelerado e desumano.
A matéria “500 anos depois” faz um apanhado de palestra proferida pela historiadora Mary Del Priori na ABERJE, passando a história do Brasil a limpo: o papel da televisão, os vícios brasileiros e a trajetória política, econômica e comportamental do país, em texto fluido e claro. A editoria Identidade Visual faz um histórico do design, comunicação e logotipia da fábrica italiana de automóveis Fiat. Em Olhar, é a vez do trabalho do arquiteto Roberto Loeb receber uma cobertura fotográfica para mostrar que história, cultura e meio-ambiente auxiliam na construção de espaços modernos, com ambientes que valorizam a convivência. No final da MSG, o tema “Amor Corporativo” traz o ponto-de-vista de três especialistas para discutir os relacionamentos amorosos entre colegas de trabalho, colocando na balança ações administrativas e as subjetividades dos sentimentos humanos – a psicanalista Fani Hisgail faz uma análise considerando elementos como libido e salário; o psicanalista Geraldino Ferreira Netto afirma que “o patrão não pode, nem conseguirá impedir, que o amor aconteça”; e o advogado Roberto Castro Neves opta por uma divertida ficção que desemboca em “Você decide” com três finais. Tem ainda um artigo do jornalista Sidnei Basile em que afirma que “a internet é muito boa para distribuir conteúdos de qualquer espécie, mas praticamente nula para gerar credibilidade”.
A revista, que chega às bancas com 74 páginas, pode ser adquirida nas unidades da Livraria da Vila, Livraria Cultura, FNAC, entre outras, a R$ 10,90. A ABERJE atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional, e há 41 anos trabalha pela integração entre a pesquisa e a teoria da Comunicação Organizacional e mostra sua transversalidade com diversos projetos em andamento de articulação e desenvolvimento do setor. Mais informações podem ser obtidas com o gerente de Relações Públicas da ABERJE e produtor executivo do projeto, Mateus Furlanetto, pelo mateus@aberje.com.br ou no 11-3662-3990.
Fonte: ABERJE

O diretor-geral da entidade, Paulo Nassar, e o diretor da Lazuli, Miguel de Almeida, assinam o editorial onde assinalam: “as matérias desta edição mostram a comunicação diante não apenas das novidades tecnológicas, com seus reflexos na operação empresarial e institucional, como seu corolário frente ao tempo biológico dos seres humanos”. Para eles, cada pessoa tornou-se, ela própria, uma espécie de veículo de comunicação com sua lista de e-mails, lista de telefones, uso de torpedos, com blogs, exercendo papel de protagonista da mídia. A propósito da abordagem, a editoria Diretório Cultural traz rápidas e interessantes entrevistas com diversos responsáveis pela comunicação de empresas e órgãos, tratando exatamente da inserção da tecnologia na mediação das mensagens: com os casos da TV Minuto do Metrô de São Paulo, a BusTV nos ônibus da capital paulista, a revista eletrônica Terra Magazine e a versão on-line da Revista Veja. O jornalista Caio Tulio Costa analisa ainda a realidade da internet móvel.
Na era da midialização do indivíduo, o conteúdo da capa é desenvolvido por especialistas convidados, tratando deste fenômeno que transforma as noções humanas de tempo, privacidade e lugar. Para a professora da PUC/SP e pesquisadora Lucia Santaella – que participa do debate no lançamento, poucos são aqueles que ainda duvidam que estamos no meio de uma revolução nas mídias e de modificações profundas nas formas de produção, distribuição e comunicação mediadas por computador. No texto “Network Society: da esfera pública para a conectividade”, o professor da ECA/USP e coordenador do Centro de Pesquisa da Opinião Pública em Contextos Digitais/Cepop-ATOPOS, Massimo Di Felice, cita o filósofo Perniola para dizer que a mudança não alcança apenas os conteúdos, mas as próprias condições da experiência – “no âmbito do sentir a mudar não foi apenas o objeto, mas o modo, a qualidade, a forma da sensibilidade e da afetividade”. Paulo Nassar também deixa sua contribuição, analisando que a grande comunicação de governo é a propaganda aliada às redes digitais. Ele usa a preparação e o recente rito de posse do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para embasar sua tese. A historiadora Eliete Pereira, doutoranda na ECA/USP, diz que “a internet promoveu a abertura de horizontes, contrariando o pensamento de uma grande maioria interessada em nos manter amordaçados, trouxe-nos novos significados, sem que isso implique no abandono das nossas tradições, no texto intitulado “(Re)elaborações étnicas indígenas digitais”.
No cyberespaço, o tempo se tornou outro. Para analisar esta ponderação, foram chamados o poeta Cláudio Willer, que fala sobre o quanto produz mais depois da internet; o professor de Filosofia da USP Franklin Leopoldo e Silva, ponderando que uma das grandes confusões que se observa na avaliação das tecnologias da informação atualmente disponíveis provenha da própria definição do que seja informação; o professor de Filosofia da Unicamp Oswaldo Giacóia Júnior, que se debruça sobre os paradoxos dos “tempos modernos” para dar parecer sobre a atual concepção de presente; o também professor de Filosofia da USP Renato Janine Ribeiro que indaga “por que não aceitamos o tempo livre?”. Também deram suas impressões o arquiteto e mestre em Filosofia Sérgio Bolliger sobre a compulsão à curta duração dos fatos na rede, e a pós-doutora em Ciências Sociais pela PUC/SP e coordenadora do mestrado em Comunicação e Práticas de Consumo da ESPM/SP, com o artigo sobre memória, lembrança e esquecimento na espiral midiática. “A sensação de overdose de informações é inevitável, levando-nos várias vezes a refletir sobre se, de fato, nessa lógica de ansiedade e excesso, estamos realmente envolvidos em processos de comunicação”, provoca ela. O cineasta Kiko Goifman assina o texto “Tempo e Imagens”, e no mesmo tema Max Alvim, documentarista, consultor de comunicação e membro do Laboratório de Inteligência Coletiva (LinC – www.linc.org.br), diz que, apesar da palavra de ordem do momento ser mobilidade – referência à potência de ser e mover-se – nos sentimos prisioneiros de nós mesmos e de um tempo acelerado e desumano.
A matéria “500 anos depois” faz um apanhado de palestra proferida pela historiadora Mary Del Priori na ABERJE, passando a história do Brasil a limpo: o papel da televisão, os vícios brasileiros e a trajetória política, econômica e comportamental do país, em texto fluido e claro. A editoria Identidade Visual faz um histórico do design, comunicação e logotipia da fábrica italiana de automóveis Fiat. Em Olhar, é a vez do trabalho do arquiteto Roberto Loeb receber uma cobertura fotográfica para mostrar que história, cultura e meio-ambiente auxiliam na construção de espaços modernos, com ambientes que valorizam a convivência. No final da MSG, o tema “Amor Corporativo” traz o ponto-de-vista de três especialistas para discutir os relacionamentos amorosos entre colegas de trabalho, colocando na balança ações administrativas e as subjetividades dos sentimentos humanos – a psicanalista Fani Hisgail faz uma análise considerando elementos como libido e salário; o psicanalista Geraldino Ferreira Netto afirma que “o patrão não pode, nem conseguirá impedir, que o amor aconteça”; e o advogado Roberto Castro Neves opta por uma divertida ficção que desemboca em “Você decide” com três finais. Tem ainda um artigo do jornalista Sidnei Basile em que afirma que “a internet é muito boa para distribuir conteúdos de qualquer espécie, mas praticamente nula para gerar credibilidade”.
A revista, que chega às bancas com 74 páginas, pode ser adquirida nas unidades da Livraria da Vila, Livraria Cultura, FNAC, entre outras, a R$ 10,90. A ABERJE atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional, e há 41 anos trabalha pela integração entre a pesquisa e a teoria da Comunicação Organizacional e mostra sua transversalidade com diversos projetos em andamento de articulação e desenvolvimento do setor. Mais informações podem ser obtidas com o gerente de Relações Públicas da ABERJE e produtor executivo do projeto, Mateus Furlanetto, pelo mateus@aberje.com.br ou no 11-3662-3990.
Fonte: ABERJE
Comunicação empresarial estratégica do RJ dá início à nova série da ABERJE Editorial
A Aberje Editorial, unidade de publicação de obras de referência da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, lança o primeiro volume da coleção “Capítulos ABERJE”. Integrado por 10 artigos de executivos de mercado e pesquisadores acadêmicos, o livro “Comunicação Empresarial Estratégica: práticas no Rio de Janeiro – o pensamento global na ação local” procura mostrar a diversidade de vivências em informação e relacionamento de organizações representativas de diferentes segmentos econômicos no cenário carioca, inaugurando o registro formal das percepções e aplicações dos capítulos regionais da entidade. Entre os temas tratados por 10 artigos estão a gestão de mudanças, arte da conversa, branding, comunicação de cooperativas, eventos, responsabilidade social, relações com a mídia e o Brasil diante da opinião pública internacional. Um evento reúne os autores e público interessado na Saraiva Mega Store Rio Sul Shopping Center (Avenida Lauro Müller, 116 – 3. Piso / Botafogo), a partir das 19h do dia 14 de maio de 2009 no Rio de Janeiro/RJ.

Assinando o prefácio e atuando na organização dos textos, o diretor-geral da ABERJE e professor-doutor da ECA/USP, Paulo Nassar, pondera que, para além do papel institucional, o grupo – que atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional – tem sido um solo fértil para pensar a profissão e a relevância da área dentro de estruturas antiquadas ou modernas das organizações. Para ele, a intenção é libertar o olhar para torná-lo mais amplo sobre o mundo, saindo dos raciocínios mecânicos e lineares. Neste sentido, alerta para o que chama de “hipertaylorismo” do panorama atual, no que toca à tecnologia que parece manter as pessoas como extensão de máquinas, com um papel de correia de transmissão e não de geração de conhecimento. “É preciso assumir que hoje, como conseqüência da influência do desenvolvimento da tecnologia e da ciência, que transformou o comportamento humano e as formas de relacionamento, os ambientes tornaram-se verdadeiramente complexos, sobretudo os empresariais”, manifesta, chamando a atenção para uma “revolução que se processa sem um líder, sem um manifesto, sem logotipo, sem a atenção da grande mídia, que tem dificuldade em identificar o movimento sem um portavoz”. A alusão é ao ciclo de mudança constituído por redes, pessoas conectadas a circular idéias. “É preciso pensar e para isto é necessário preparar-se, ter o radar ligado para captar o subjetivo, ler as entrelinhas, conectar-se às redes, sair da passividade e partir para a ação”, complementa Nassar.
A jornalista Malu Weber, gerente geral de Marca e Comunicação Corporativa do Grupo Votorantim, membro do Comitê Deliberativo e coordenadora do Comitê de Branding da ABERJE, ressalta que o livro põe em prática a essência da entidade, valorizando o pensamento e realizações locais da comunicação empresarial brasileira e destacando a riqueza da diversidade e da mestiçagem. Já Marco Antonio Lage, diretor de Comunicação Corporativa da Fiat e também membro do Conselho Deliberativo, exalta a tradição carioca de antecipar tendências, criar moda, lançar movimentos e difundir conhecimentos, motivo que levou à escolha como primeira fonte de práticas excelentes.
ABERJE – A ABERJE foi fundada em 1967 e reúne cerca de mil organizações públicas e privadas. Trabalha a responsabilidade social no contexto da responsabilidade histórica das organizações e está organizada e estrategicamente presente em todo o Brasil, numa rede superior a 90 mil profissionais. A partir do núcleo central em São Paulo, federa 10 capítulos regionais: Amazonas, Bahia, Campinas, cidade de São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Vale do Paraíba.
Os cases e reflexões ocupam 105 páginas e são assinados por Ana Couto (Ana Couto Design), Isabel Magalhães (Comitê Olímpico Brasileiro) e Carina Almeida (Textual), Lívia Barbosa (Centro de Altos Estudos da Escola Superior de Propaganda e Marketing), Luís Fernando Nery (Petrobras), Manoela Osório (Oi), Mônica Medina (Diferencial Assessoria de Marketing), Nádia Rebouças (Rebouças e Associados), Olinta Cardoso (Vale), Virgínio Sanches (Unimed-Rio) e Paulo Henrique Soares (Vale). Veja ainda o Vídeo-Clip no link http://www.aberje.com.br/novo/editorial/livropedia/livro_rio.htm. Inscrições para o lançamento devem ser realizadas com Lorrayne Borges pelo lorrayne@aberje.com.br ou no 11-3662-3990. Informações para aquisição podem ser obtidas no http://www.aberje.com.br/novo/pub_editorial.asp .
Fonte: ABERJE

Assinando o prefácio e atuando na organização dos textos, o diretor-geral da ABERJE e professor-doutor da ECA/USP, Paulo Nassar, pondera que, para além do papel institucional, o grupo – que atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional – tem sido um solo fértil para pensar a profissão e a relevância da área dentro de estruturas antiquadas ou modernas das organizações. Para ele, a intenção é libertar o olhar para torná-lo mais amplo sobre o mundo, saindo dos raciocínios mecânicos e lineares. Neste sentido, alerta para o que chama de “hipertaylorismo” do panorama atual, no que toca à tecnologia que parece manter as pessoas como extensão de máquinas, com um papel de correia de transmissão e não de geração de conhecimento. “É preciso assumir que hoje, como conseqüência da influência do desenvolvimento da tecnologia e da ciência, que transformou o comportamento humano e as formas de relacionamento, os ambientes tornaram-se verdadeiramente complexos, sobretudo os empresariais”, manifesta, chamando a atenção para uma “revolução que se processa sem um líder, sem um manifesto, sem logotipo, sem a atenção da grande mídia, que tem dificuldade em identificar o movimento sem um portavoz”. A alusão é ao ciclo de mudança constituído por redes, pessoas conectadas a circular idéias. “É preciso pensar e para isto é necessário preparar-se, ter o radar ligado para captar o subjetivo, ler as entrelinhas, conectar-se às redes, sair da passividade e partir para a ação”, complementa Nassar.
A jornalista Malu Weber, gerente geral de Marca e Comunicação Corporativa do Grupo Votorantim, membro do Comitê Deliberativo e coordenadora do Comitê de Branding da ABERJE, ressalta que o livro põe em prática a essência da entidade, valorizando o pensamento e realizações locais da comunicação empresarial brasileira e destacando a riqueza da diversidade e da mestiçagem. Já Marco Antonio Lage, diretor de Comunicação Corporativa da Fiat e também membro do Conselho Deliberativo, exalta a tradição carioca de antecipar tendências, criar moda, lançar movimentos e difundir conhecimentos, motivo que levou à escolha como primeira fonte de práticas excelentes.
ABERJE – A ABERJE foi fundada em 1967 e reúne cerca de mil organizações públicas e privadas. Trabalha a responsabilidade social no contexto da responsabilidade histórica das organizações e está organizada e estrategicamente presente em todo o Brasil, numa rede superior a 90 mil profissionais. A partir do núcleo central em São Paulo, federa 10 capítulos regionais: Amazonas, Bahia, Campinas, cidade de São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Vale do Paraíba.
Os cases e reflexões ocupam 105 páginas e são assinados por Ana Couto (Ana Couto Design), Isabel Magalhães (Comitê Olímpico Brasileiro) e Carina Almeida (Textual), Lívia Barbosa (Centro de Altos Estudos da Escola Superior de Propaganda e Marketing), Luís Fernando Nery (Petrobras), Manoela Osório (Oi), Mônica Medina (Diferencial Assessoria de Marketing), Nádia Rebouças (Rebouças e Associados), Olinta Cardoso (Vale), Virgínio Sanches (Unimed-Rio) e Paulo Henrique Soares (Vale). Veja ainda o Vídeo-Clip no link http://www.aberje.com.br/novo/editorial/livropedia/livro_rio.htm. Inscrições para o lançamento devem ser realizadas com Lorrayne Borges pelo lorrayne@aberje.com.br ou no 11-3662-3990. Informações para aquisição podem ser obtidas no http://www.aberje.com.br/novo/pub_editorial.asp .
Fonte: ABERJE
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