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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Cursos de MBA no RJ preparam profissionais para enfrentar o mercado

Olá, alunos, ex-alunos e amigos,

Estou como professor de quatro cursos de pós-graduação:
Três são na FUNCEFET (http://mba.funcefet.com.br/)
MBA em Comunicação Empresarial ; MBA em Gerenciamento de Mídias Digitais e Marketing Esportivo

O outro é na IBMR (http://ibmr.br/cursos/pos-graduacao/309-mba-administracao-informacao)
MBA em Administração da Informação

Aproveite e invista na sua carreira.
A gente se vê lá.

Forte abraço,
Marcio Gonçalves

sábado, 14 de maio de 2011

V Fórum de Comunicação Empresarial




Cobertura do V Fórum de Comunicação Empresarial abordou as ações de comunicação organizacional com as gerações atuantes nas empresas.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Storytelling é um jeito de pensar a comunicação

Por RP Rodrigo Cogo ­ Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (www.mundorp.com.br)

Com a convicção de que storytellling não é uma técnica, mas sim um jeito de pensar a comunicação organizacional, Marcelo Douek entende o formato como superação de um cenário de sobrecarga informativa e de um estilo intrusivo de comunicar. A tendência é ter cada vez mais dificuldade em atrair atenção dos públicos de interesse, então os esforços de qualificação do discurso devem ser prioridade. Este é o panorama sobre o qual foi desenvolvido o curso “Storytelling aplicado à Comunicação Interna” junto à Associação Brasileira de Agências de Comunicação/Abracom no dia 27 de abril de 2011 no Espaço JK em São Paulo/SP. O tema é considerado uma novidade na gestão e na comunicação e tem interessado diferentes profissionais e setores de negócio.

A diversificação de canais e sua intensa digitalização levam a uma onipresença das marcas nas vidas das pessoas, o que dificulta a fixação de conteúdos ou sua diferenciação. Por outro lado, as redes sociais emergem como potencializadoras de diálogos e as relações mais pessoais trazem a emergência das emoções. Se antes as empresas distribuíam relatos racionais, agora é a vez de outro tipo de abordagem. Douek, pós-graduado em Gestão Empresarial pela Business School SP e com cursos de especialização em Branding pela Kellog School of Management, Planejamento de Comunicação pela ESPM/Miami AdSchool SP e curso de Roteiro com Robert Mckee, tem defendido o uso do storytelling. História, diz ele, é uma seqüência de eventos organizados de forma especial, o que a torna capaz de influenciar pessoas, organizações e sociedades. Seu conteúdo expõe metáforas da vida que dão insights para compreender a natureza humana.

Outro componente importante das histórias diz respeito à proposta de um relato composto por exemplos, o que faz lembrar a teoria do Espelho sobre a capacidade do ser humano de aprender por imitação. Junto a isto, deve-se levar em conta que o ser humano é um ser social, e esta interação cotidiana via relatos de vida lhe é natural. Mais ainda, atendendo ao que o ministrante chama de Princípio de Linearidade, o homem tem necessidade de conferir sentido aos acontecimentos e a buscar causa e efeito nas ocorrências de sua trajetória, o que acontece quando verbaliza uma história sobre o que antes seria aleatório. Para Douek, contar histórias é a maneira mais poderosa de transmitir conhecimento, trocar experiências e aguçar a imaginação. Por meio delas é que as pessoas fortalecem suas relações e criam sua percepção de mundo. “Contar histórias é fazer escolhas e ter convicção sobre elas, com alinhamento à mensagem que se deseja comunicar”, acrescenta.

Ao estudar o processo cognitivo por trás das boas histórias é possível perceber que o storytelling envolve elementos ­ conflito, personagem, universo e trama ­ que precisam estar organizados de maneira correta para fazer sentido e tocar as pessoas. No curso, eles foram detalhados e exercícios foram feitos para entender melhor esta divisão e também inseri-la na “lógica dos três atos” e incrementá-la com elementos como o evento incitante e o clímax. Outra dinâmica envolveu a construção de personagem, com arquétipos, caracterização, qualidades observáveis e dilemas, camadas que tornam a trama mais interessante ao lado de outras definições como período, duração e localização dos acontecimentos a relatar. Douek explica que “o dilema faz uma história ganhar vida, justamente mostrando escolhas”, sendo que o universo ficcional (caso utilizado) precisa contemplar premissas sociais, naturais, político-econômicas e estilos de vida.

O palestrante comentou a influência de vários pensadores para o tema, como a estruturação do pensamento narrativo por Aristóteles, o conceito de mitologia na lógica das narrativas por Campbell, a tradução da jornada do herói por Vogler e a organização de roteiro de McKee. Ele também analisou a história de contexto com janelas complementares (formato transmídia) dos Irmãos Wachowski, diretores da série de filmes e conteúdos Matrix. O mistério como catalizador da imaginação foi outro ponto abordado, basicamente pela experiência de J.J.Abrams, roteirista da série Lost. Entre os cases de grandes marcas que têm utilizado histórias para seu relacionamento, foram citadas Coca-Cola, Zappos, Johnny Walker, Hotel Ritz-Carlton, Accenture e Gatorade.

Participaram representantes de agências como RWF, CDN, Planin, Report, In Press, Imagem Corporativa, AM4 e ADS, além de empresas como Santander e ONGs como a Comunidade Educativa. Mais informações sobre as atividades da Abracom podem ser obtidas no www.abracom.org.br .

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Comunicação interna entre medição de processos e resultados: qual seu estágio?



Por RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (www.mundorp.com.br)

“Se não se sabe onde quer chegar, não se consegue medir. Só com objetivo se chega a um bom indicador”: foi com esta frase que a relações públicas Suzel Figueiredo, diretora da Ideafix Pesquisas Corporativas e professora de pesquisa da FAAP e do Instituto Aberje de Pós-Graduação, deu início ao segundo dia de atividades da Conferência de Performance em Comunicação Interna da International Business Communications/IBC. O evento aconteceu nos dias 29 e 30 de março de 2011 no Hotel Park Plaza em São Paulo/SP. Ela deu explicações detalhadas sobre a diferença entre avaliar processos e resultados como mostra do nível de profundidade da medição na organização.


Tudo depende do que se pretende com as interfaces de comunicação corporativa, como por exemplo nível de informação de funcionários, motivação de pessoas, construção de relacionamentos, engajamento em causas e ideias, comemoração de conquistas, contação de histórias, integração de públicos, sedução e persuasão, construção de reputação. Os indicadores, depois, vão expressar esta finalidade. Os indicadores, explica ela, são dados ou informações, preferencialmente numéricos, que representam determinado fenômeno e que podem ser utilizados para medir um processo (indicadores de eficiência – execução conforme planejamento) ou seus resultados (indicadores de eficácia – objetivos atingidos). São medidas de performance e, portanto, têm parâmetros comparativos, o que exige constância de aplicação de método e de medida. Indicadores econômicos são a Bovespa, market-share e inflação, e indicadores sociais seriam taxas de alfabetização, natalidade, mortalidade, expectativa de vida. Há indicadores do tipo determinístico (relações de causa e efeito), probabilísticos (relação de probabilidade), simples (medem uma só atividade), compostos (índices), específicos (efeito singular) e globais (medem setor, departamento ou toda a empresa). Os índices são compostos por indicadores. O IDH da Organização das Nações Unidas é um exemplo, com suas três dimensões: educação, longevidade e renda, integrados por indicadores como taxa de alfabetização, esperança de vida ao nascer e PIB per capita. “Se forem voltados para eficiência operacional, a ênfase vai estar nos resultados contábeis, tendo-os como mecanismo de controle. Se a gestão está focada em resultados, como ser congruente com estratégia, analisando medidas financeiras e não-financeiras e entendendo relações de causa e efeito para gerar informação atualizada, o trabalho deve ter outro rumo”, complementa.

Nas empresas, a diretora comenta que indicadores podem ser financeiros, como faturamento, receitas operacionais, rentabilidade per capita; ou então de recursos humanos como absenteísmo, turn-over, horas de treinamento, satisfação; e ainda de produção, como volume de peças, quantidade de refugo, produção por hora, produção per capita. Na comunicação interna, mede-se confiança, transparência, engajamento, alinhamento, discurso e prática, entendimento e participação, através da análise de processos, campanhas, meios, agilidade, alcance, formato e periodicidade. Ao pensar em critérios para formulação de indicadores, ela sugere uma composição de especificidade, mensurabilidade, viabilidade, relevância e consistência. “E as escalas variam de acordo com o que está sendo medido, e o que é relevante é o que impacta o tempo todo e não pontualmente”, explica. E acrescenta que as medidas de difusão (o que faz) e recepção (o que recebe) são de processos, sendo que medidas de retenção (o que entende) e ação (o que fala e faz) são de resultados.

CASES - A gerente de Comunicação da Whirlpool, Stela Sachs, falou dos seus desafios numa empresa mundial que tem, só na América Latina, nada menos que 25 mil funcionários. Concordando com Suzel, ela afirma que “mensurar esforço é diferente de mensurar resultado. Analisar conteúdo é importante, mas avaliar efetividade é mais interessante, porque obtem dados estratégicos que falam de engajamento”. Nos sistemas da multinacional, as peças fundamentais são entendimento (contexto da empresa e das pessoas), diagnóstico (pesquisas quantitativas e qualitativas) e plano de ação (adaptações, criações e eliminações de projetos). O entendimento diz respeito a valores e estratégias, sob o enfoque dos objetivos de comunicação, de construção de orgulho e engajamento.

Na gestão da execução, um ponto importante é a capacitação de lideranças, que se tornam os porta-vozes das ações de CI – tanto na comunicação face-a-face quanto na difusão de canais. Para este público, há um informativo específico, cujos temas são sinalizados com cores em termos de graus de sigilo. Também, quando o profissional é promovido a gestor, um manual orientador é entregue com dicas da relevância da performance interpessoal. Sua visão é de que a comunicação direta é a mais eficiente, e por isto o esforço de aproximação com os líderes é constante – encontros face-a-face aumentaram em mais de 200% nos últimos anos. Um recurso novo utilizado é um widget personalizado no desktop da equipe administrativa e gestores, com informações específicas de cada unidade da empresa, atualizadas diariamente. Esta ferramenta foi uma saída diante da impossibilidade de fazer inclusões frequentes na intranet mundial. Um boletim mensal impresso, em formato A4 dobrado ao meio, é dedicado ao horista, com 75% de conteúdo local e o restante de origem corporativa. Para Stela, a eficiência em comunicação interna é medida por comunicação entre as pessoas, engajamento, orgulho de pertencer, abrangência da informação e reconhecimento estratégico da área. A equipe de CI apresenta à diretoria um resultado trimestral de trabalho e emite um boletim mensal com esta intenção de consolidação das atividades e alcances.

O Grupo Solví é um conglomerado de engenharia ambiental (resíduos, saneamento, engenharia e construção e valorização energética) com 20 empresas, presente em 86 cidades de 13 estados, com 14 mil funcionários. A relações públicas Fernanda Curcio, analista de comunicação, foi uma das palestrantes no evento e apresentou o programa Solví 2020 que buscou criar na equipe a reflexão sobre um futuro desejável. O arranque da iniciativa deu-se pela alta administração, passando por apresentação para gestores e depois criação de comitês e rede social para mobilização e discussão. Os comitês continham oito representantes das áreas de negócio e da comunicação e um comitê de co-criação com 16 pessoas de todas as empresas do grupo. Foi criada uma comunidade na plataforma Ning e um formulário de Social Media Monitoring em formatos eletrônico e impresso, com análise semântica de palavras mais frequentes. O SMM resulta numa árvore de conhecimento com as palavras expressadas em depoimentos sobre o futuro 2020 e as oportunidades de melhora no dia-a-dia. O formulário iniciava com um vídeo de esclarecimento e convocação, com dois campos para resposta na seqüência. Houve a criação de um “agente virtual”, um avatar chamado Ana Terra que incentivava interações.

A implementação do Ning foi em ondas crescentes de participação. Na primeira fase, o debate girou em torno da reflexão positiva sobre o futuro no campo pessoal – pensar em si mesmo e no mundo. Depois, partiu-se para a busca da imaginação futura sobre o negócio e a participação de cada um sobre cada negócio. O nível de participação inicial foi abaixo das expectativas, dentro de uma retração de expor-se no ambiente digital, o que foi vencido com o passar do tempo. Cada usuário podia personalizar a ferramenta, o que auxiliou na motivação. Uma parte da comunidade é o Fórum, onde se debatia cada postagem de conteúdo. Um workshop com lideranças fez análise dos conteúdos coletados nas interfaces, buscando os temas de maior interesse (textos e imagens, tópicos mais populares, polêmicas). Fernanda explica que o SMM auxilia na comparação da empresa com conceitos de organizações burocráticas e de conhecimento. O grupo produziu um fórum presencial de compactuação entre líderes sobre o documento final de diretrizes de trabalho, acompanhado de um suporte nos canais internos para prestar a devolutiva de todo o processo.

A conferência contou com onze painéis e um workshop. Informações sobre outros eventos, veja em http://www.informagroup.com.br/comunicacao .

Medição de resultados começa no planejamento da ação e está sob impacto de mudanças sociais



Por RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (www.mundorp.com.br)


Erra quem pensa que a coleta de informações sobre o desempenho de uma ação de comunicação interna, ou de resto em qualquer outra área da comunicação organizacional, acontece somente no final da implementação da atividade. Especialistas reunidos na Conferência de Performance em Comunicação Interna da International Business Communications/IBC deixaram bem claro: tudo começa no planejamento do programa ou projeto, quando são definidos os objetivos. Se existe inconsistência no início, os indicadores certamente acabarão falseados e não se obterá uma visão de seu impacto. O evento aconteceu nos dias 29 e 30 de março de 2011 no Hotel Park Plaza em São Paulo/SP, reunindo cerca de 50 participantes de vários locais do país.



Nelson Silveira, gerente de Comunicação Corporativa da GM do Brasil, traçou um cenário da complexidade do trabalho na área atualmente. Com a proliferação das mídias sociais e uma profunda e rápida transformação do cotidiano que desafia as formas tradicionais da comunicação – diante da amplitude de acesso a voz, há a criação de um campo global de exigência de transparência e acesso. O novo paradigma sai da audiência de massa para a de nicho, com engajamento ativo e voz individual, numa economia de baixo custo de produção e transmissão. Ao invés de Publisher profissional, abre-se espaço para a auto-publicação descentralizada. Ele assinala que existe hoje um deslocamento de credibilidade para discursos individuais mais próximos, e o posicionamento das organizações deve partir para um caminho de especialista influenciador em determinados temas. Para tanto, “os relacionamentos continuam sendo cruciais, porque se vende afinidade e não produtos, onde o diálogo e a sinceridade são fundamentais”, pontua.

O alcance deste estilo de interagir é alto e chega a ferramentas de gestão, que precisam ser mais participativas. Silveira complementa: “o resultado é que não se trata de forçar oportunidades de comunicação, mas sim acompanhar a dinâmica dos processos de mudança”. É assumir um papel social mais abrangente para ampliar conexões com diferentes redes, o que viabiliza o monitoramento do ambiente externo e os seus impactos internos, na consciência de que “as redes são uma radicalização do boca-a-boca”. A presença digital corporativa não pode prescindir do encorajamento a entabular conversações, com resposta rápida e atitude no gerenciamento de problemas, sempre proporcionando conteúdo relevante. Para ele, deve haver parâmetros para engajar-se em debates, alguns inclusive nem merecendo retorno como comentários excessivamente agressivos. Para cada caso, é preciso pensar sobre exposições, engajamento, influência e ação, elementos-base para mensuração de resultados. O gerente ainda falou sobre seu portal de comunicação interna, chamado Sócrates, um canal de informação, relacionamento e oferta de serviços, e sobre um fórum para empregados, criado em janeiro de 2011, e já com 10 mil membros e 300 discussões em andamento. Há na multinacional um blog para expressão exclusiva dos funcionários, chamado myGM Employee. Ele ainda ressalta que a equipe possui uma GMId para acesso remoto fora da empresa. No entendimento do representante da GM, somente depois de instaurar-se este tipo de compartilhamento é que a empresa pode efetivamente medir resultados.

Na opinião do gerente de Relações com a Mídia da Votorantim e professor da Faculdade Cásper Líbero, Renato Delmanto, os pontos fundamentais para deflagrar um planejamento são o perfil do público interno e o perfil da liderança. Segundo pesquisa da Aberje, das 100 maiores organizações brasileiras 30% não faz pesquisa em comunicação e pouco mais de 40% contratam institutos especializados. Junto a isto, 35% dos profissionais da área desconhecem metodologias de mensuração, embora “a pesquisa em comunicação seja uma bússola para o planejamento estratégico”, pontua. Citando estudos de Wilson da Costa Bueno, comenta que a pesquisa não está incorporada ao dia-a-dia do setor, que ainda tem visão dela como custo. Um dos problemas é não posicionar a comunicação como influente na gestão do conhecimento.

Segundo Delmanto, existem vários objetivos de uma pesquisa de performance em comunicação, como obter grau de satisfação com o trabalho, avaliação de meios utilizados, impacto das campanhas de comunicação interna, mudança de atitude, relacionamento interpessoal e avaliação da comunicação da liderança. O método qualitativo é integrado por grupos de discussão, onde se aprofundam opiniões e se conhecem motivações, trazendo informações “quentes” e na linguagem dos funcionários. O discurso natural evocado nestes momentos, com clara semelhança com redes sociais, rádio-peão e interações no cafezinho ou refeitório, permite muitas descobertas. Também podem ser feitas entrevistas em profundidade, pensando em preservar privacidade de determinadas pessoas, cujas opiniões auxiliam a entender dados quantitativos e complementam perspectivas trazidas nos grupos. Já o formato quantitativo mensura a intensidade das opiniões captadas a partir de questionário elaborado conforme objetivos estratégicos da empresa, com perguntas que propõem um trajeto racional ao funcionário e identificam oportunidades de interfaces. Conforme o gerente, os níveis de avaliação podem ser outputs (medem difusão de informação), outcomes (medem recepção) e outtakes (medem retenção – impacto e entendimento). “O profissional de comunicação deve definir suas metas com base na retenção de mensagens”, sugere.

Ele mostrou um estudo de caso de diagnóstico de comunicação interna, tendo como proposta melhoria no clima organizacional, análise de transparência na divulgação de informações, retenção e atração de talentos. Isto foi feito através da pesquisa de clima tradicional, com um recorte do “fator comunicação” para mapeamento dos principais issues, com perguntas acerca de questões ligadas ou influenciadas pelas ações da área. Somado a isto, já foram feitas duas rodadas quantitativas focadas nos meios de comunicação interna, com quatro blocos de conteúdo – veículos de comunicação, fluxo de informação, conteúdos e papel da liderança. Sobre veículos, são avaliados número de veículos; ideia clara da finalidade de cada meio, existência de informações em excesso, repetidas ou sem relevância; conflito com a realidade local das unidades; frequência excessiva. Sobre fluxo de informação, os temas são demora da chegada da informação; concentração de informação em meios digitais; eficiência da rádio-peão; percepção sobre cascateamento por lideranças; visão sobre abrangência de conteúdo transmitido entre níveis hierárquicos. Já sobre conteúdos divulgados, há interesse sobre informação pautada; relação individual com metas coletivas; possibilidade de participação do funcionário. Por fim, sobre papel da liderança, analisam tempo e espaço para diálogo; nível de proximidade entre líder e equipe; comportamento das lideranças. Delmanto detalhou alguns planos de ação gerados pelos insights das pesquisas, no aperfeiçoamento do relacionamento e da circulação interna de informações. Entre os fatores críticos do processo, aponta o patrocínio da alta direção, o compromisso das lideranças, periodicidade da pesquisa, cumprimento dos prazos, implantação e monitoramento dos planos de melhoria, percepção sobre mudanças a partir da pesquisa e portanto sobre a credibilidade do instrumento.

A conferência contou com onze painéis e um workshop. Informações sobre outros eventos, veja em http://www.informagroup.com.br/comunicacao .

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Belo Horizonte terá curso sobre assessoria digital, vídeo-release e podcast

A quinta edição do curso “Assessoria Digital - Evoluindo do Release para a Web 2.0” será realizada no dia 29 de janeiro, das 9h às 18h, na Faculdade INAP (Av. Carandaí, 507 - sala 9 - Funcionários), em Belo Horizonte. O curso, ministrado pelo jornalista, PR e editor do blog PR Interview Rodrigo Capella, abordará a escrita e a comunicação no ambiente 2.0, dando dicas sobre vídeo-release, podcast, SMPR, Display Text, blogs, sites, portais e SMS, entre outros aspectos da Assessoria Digital. Nesta edição, o curso, oferecido pelo Comunique-se, terá como palestrante especial Robhson Abreu, criador e editor da PQN, que falará sobre a sua experiência nas mídias sociais. Para mais informações, clique aqui e acesse a página oficial do curso.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A história das mídias sociais



Ainda não tive tempo de analisar com carinho, mas pelo que vi, a imagem conta muito bem sobre o surgimento das mídias sociais. Vale investir um tempinho para conhecer. Mais detalhes aqui.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Grupo EBX estreia plataforma digital

O Grupo EBX, do empresário Eike Batista, estreia hoje uma nova plataforma de Internet. As realizações do grupo, que está investindo R$ 27 bilhões entre 2010 e 2012, nos setores de petróleo, logística, energia, mineração e indústria offshore no País, são apresentadas numa plataforma eletrônica, multimídia e aberta a todos.

O site do empresário ( www.eikebatista.com.br ) traz informações sobre suas realizações nas áreas socioambientais, de educação e cultura, empreendimentos e visão de futuro. A página apresenta ainda a Visão 360⁰, trajetória pessoal, conceitos de empreendedorismo e acervo digital, com palestras e entrevistas.

Já o hotsite Descubra a EBX (www.descubraebx.com.br) tem conteúdo qualificado sobre as cinco companhias do grupo: OGX (petróleo e gás), MPX (energia), LLX (logística), MMX (mineração) e OSX (indústria offshore). Entre os temas abordados, destacam-se o histórico de realizações do grupo, os conceitos de gestão do empresário Eike Batista, iniciativas em infraestrutura e recursos naturais,.

Além dos dois sites, o grupo lança um canal customizado no YouTube, o maior site de vídeos do mundo. O brand channel (http://www.youtube.com/grupoebx) traz diversas entrevistas do empresário Eike Batista e vídeos sobre os empreendimentos do grupo, além de palestras ministradas por Eike.

Os três sites vão funcionar de modo integrado ao twitter do empresário Eike Batista, no endereço (www.twitter.com/@eikebatista), que já possui mais de 226 mil seguidores.

Fonte: Agência Ideal – PABX: (11) 3035-2161 – www.agenciaideal.com.br

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Mídias sociais é tema de curso no Rio de Janeiro

O Clube de Comunicação, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro e com o Idigo - Núcleo de Inteligência Digital, realiza nos próximos dias 16 e 23 de outubro o curso “Mídias Sociais na Prática”. O objetivo é a atualização dos profissionais da área no uso das novas ferramentas oferecidas pelas mídias sociais e permitir, inclusive, a montagem de planos de ação para atuar em redes sociais.

O curso será realizado em duas manhãs de sábado, na sede do Sindicado, e as aulas serão ministradas pelo Idigo, empresa especializada em cursos sobre o mercado digital. As aulas serão ministradas por Joyce Jane, CEO do iDigo; Andréa Hiranaka, gestora de projetos da E-Life; e Fábio Seixas. Fundador do Camiseteria.

Serviço:

Datas e horários: dias 16 e 23 de outubro; das 9h às 13h.

Local: Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Rua Evaristo da Veiga, 16/17º andar - auditório – Cinelândia.

Investimento: R$ 200,00 (jornalistas sindicalizados e em dia e associados do Clube de Comunicação pagam R$ 170,00).

Informações e inscrições: Eliete/Sindicato - tel.: 3906-2450.

Programação:

Dia 16/10

Módulo 1 – Uso corporativo das redes sociais (2h)
1. O perfil do novo consumidor;
2. O poder do boca a boca na web;
3. Empresas e novas relações: a conversa;
4. Ferramentas usadas pelas empresas para falar com seus; consumidores;
5. Diferentes usos: diálogo, fidelização, vendas, atendimento;
6. Cases de sucesso de uso corporativo das redes;
7. Cases de fracasso; e
8. Planejamento.

Módulo 2 – Monitoramento (2h)
1. Análise do consumidor;
2. Avaliação das menções nas redes;
3. Qualificação do boca a boca;
4. Ferramentas para monitoramento;
5. ROI; e
6. Casos de sucesso.

Dia 23/10

Módulo 3 – Conhecendo o Twitter (2h)
1. Criação de perfil
2. DM, #, Listas, FF;
3. Search e ferramentas de análise de perfil;
4. Abordagem e frequência; e
5. Diferentes usos e linguagem: vendas, atendimento, inovação comunicação, diálogo.

Módulo 4 - Dia 23/10 - Módulo 3 – Conhecendo o Facebook (2h)
1. Perfil e páginas;
2. Facebook Connect;
3. Engajamento com consumidores;
4. Facebook Places;
5. Ações empresariais;
6. Pluggins e aplicativos.

Contato:
Bette Romero
Background Maxx Comunicação
Tels.: (21) 2543.4056/ 2244.0008
Cel.: (21) 8123-5032
background.maxx@background.com.br
Skype: background.maxx /Twitter: @backgroundmaxx
Orkut- Linkedin -Facebook e Plaxo: Background Maxx Comunicação.

Fonte: Background Maxx Comunicação
 
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